Entre o real e o ideal existe o ser que mais carinho te possui. Demasiado próximo para amor, demasiado longe para paixão. Algures entre o querer e o ter existe uma quebra que te faz perder o momento intolerável que vives no presente. Jovem inconsciente, extremamente imprudente, perdes o controlo das emoções que transcendem a mente tornando-se acções que desenquadradas à realidade destrocem verdades que bem próximas transformam o modo de ver um mundo dito como civilizado. Talvez seja o medo de não ter, ou quem sabe o de perder... Numa realidade de semelhanças, respeito e prazeres nada peço mais que uma mente ciente e consciente do perigo, racional e tão radical como tu!
quarta-feira, 25 de julho de 2012
O abraço esocndido pelo controlo da impulsividade
O que o coração sente a mente racionaliza, desvalorizando o sentimento que proporcionado pela emoção do momento nos leva a uma saudade do passado. A espontaneidade do coração é encoberta pela visão limitada de um ser que se acha no direito de creditar como imaginação todo e qualquer momento que exceda a sua zona de conformo. A ousadia de uma alma é perdida nas ondas de uma sociedade em que o verdadeiro deixou de ser crença, a simpatia meio para um fim, e onde os sonhos são afundados pela própria racionalidade do ser. A luta pelo evoluir de um sentimento transformou-se num "deixa andar", onde o andar é encerramento de um caminho pelo sonho e pelo que o coração iniciou.
Os sentimentos são escritos num bolg, os sonhos limitados pela racionalidade e as palavras escondidas atrás de outras palavras que escondem o sentimento que por detrás está à flor da pele.
Merda para a racionalidade, merda para o auto-controlo, merda para o que fica bem aos olhos da sociedade! A ousadia é alma da evolução de um futuro que controlado pela natureza formal do ser humano não dará asas à espontaneidade do momento. Devoção, a paixão, felicidade... fruto de um impulso tanto quanto natural, assim deveria ser! Inconscientemente o coração é travado pelo pensar ao qual chamamos de realidade, o ser desacreditasse acreditando que toda a realidade, todo o seu encanto não passa de imaginação. Já não mais os sonhos surgem para serem realizados mas sim para a sobrevalorização de um ser que não mais se acha capaz de atingir os objectivos que traçou no seu momento de euforia, aquele pequeno momento em que a racionalidade adormece deixando à toa o poder de uma alma que tudo é capaz de atingir!
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